Segunda-feira, Dezembro 19, 2005
quanto tempo ein????
que paciência...
voltei!
por quanto tempo, não sei...
mas tudo bem...
acordei!
viver o passado e pensar no futuro,
comer pipoca doce no cinema,
coca cola quente, sem gás...
boa noite, tô saindo!
volto de manhã bem cedo...
abraço para quem fica...
posted by Cristiano Queiroz Maingue |
10:00
fala aí vélinho:
Quinta-feira, Março 24, 2005
Sou uma mulher à moda antiga
Se eu pudesse, viveria só de amor. De fazer filho, e cuidar deles, e de bordar, de fazer bolo, aguar plantinha, enfeitar a casa, cantar cantiga de ninar, plantar semente e ver nascer, adotar bicho e ver crescer, perfumar o corpo, vestir vestido de rendinha, escrever livros e amar um homem só até morrer
Por Kika Salvi
Se eu pudesse, era essa a vida que eu iria escolher. Com menos pressa e mais prazer.
¿Calma¿ me parece uma palavra suprimida no dicionário da vida contemporânea. E está tão ligada ao lado feminino do humano, àquele que contempla, que sossega, que atende, espera e acolhe. Há que ter calma para viver os ciclos naturais, para suportar cada um de seus instantes. Não se vive mais com calma, não se saboreia mais a espera. A era tecnológica associou a espera ao desperdício, ocasionando em quem espera um sentimento de inutilidade e angústia. Temos tudo instantâneo, de sopa a comunicação, e elaborar demoradamente aquilo que será entregue ao outro ou consumido por nós mesmos, seja no trabalho ou em casa é uma experiência que nos foi extirpada pela cultura do imediatismo.
Penso que todos perdem muito nesse afã pela velocidade, pela pressa em estabelecer resultados e atingir metas (no trabalho são estabelecidas pela empresa, no lar são as normas da praticidade e economia, seja de tempo, de dinheiro, de energia, sempre ela, a política do menor esforço sobrepondo-se à entrega e à dedicação que leva tempo, muito tempo). Mas acho que as mulheres perdem mais, ou talvez eu perca muito, e fique inconformada de não ouvir da boca de outras mulheres reclamações iguais às minhas.
Adoro poder ficar em casa. Até bem pouco tempo, isso me agoniava. Até que descobri a possibilidade de estabelecer um bom diálogo com o mundo sem ter que necessariamente interagir diretamente com ele, e considero um privilégio ter essa ¿conversa¿ de dentro da minha toca. Me preservo do que é ruim (horários, trânsito, poluição, colegas importunos, chefes arrogantes, notícias desagradáveis, máquinas de café) e me concentro naquilo que agrega coisas boas à minha escrita, que me faz pensar, me comove, espanta ou instiga. E sobra tempo.
Acima de tudo, adoro o tempo livre. Pra poder olhar as minhas meninas e assistir de perto elas crescerem. Como é lindo ver crescer uma menina. Tudo delicado e de faz-de-conta, quase tudo cor-de-rosa. Tudo lantejoula, tudo tule e laço de fita. Muito riso, muito choro. E ensinar a ser feliz é o mais bonito de ser mãe. Pegar no colo, conter o choro, secar a lágrima e dizer que é assim mesmo, que a gente cai, que às vezes dói, que às vezes sangra, mas que sara. Mas que é pra tomar cuidado, porque às vezes pode machucar demais. E que é preciso rir, porque entre um tombo e outro existe a diversão, as descobertas e a varinha de condão.
O tempo livre é bom para poder inventar histórias, como as que eu publico e as que eu guardo para mim. Porque quem escreve é assim mesmo, escreve sempre, e escreve à toa porque é quase compulsão, e se não escreve fica doido. E depois bordo, ou costuro bolsa e almofada pras crianças, e também de presente pra quem amo. E enquanto bordo ou costuro as almofadas fico pensando no dono do presente, e em cada pontinho da agulha penso baixinho um ¿eu te amo¿ feito reza de velhinha, pra ficar o meu amor na casa toda onde estiver a almofada.
Olho em volta e ainda há tempo, e comidinhas pra fazer, a gatinha pra brincar, as plantas pra cuidar, e dá uma preguiça, porque quando se tem tempo é que não dá vontade de fazer nada mesmo, e penso se faço alguma coisa ou se durmo, então eu durmo um bocadinho, o que é que custa? E quando acordo, dou um gás naquilo tudo que ficou para ser feito e eu fui deixando até não poder mais arrastar. Geralmente é nessa hora que me lembro de uma amiga, uma que vive dando bronca, porque acha que eu tinha que ser uma grande executiva, e sinto um certo calafrio. Ela acha um despautério eu ficar em casa em vez de subir que nem foguete numa empresa. Ela acha o fim de todas as picadas eu perder tempo cozinhando, em vez de comprar comida congelada e fazer um MBA.
Ela ainda me acha ingênua por ainda acreditar na possibilidade de um amor intenso e verdadeiro (e cúmplice, e terno, e eterno, quem sabe?) e só falta me espancar quando digo que não sei se teria mais um filho num segundo casamento. Ela desconfia de homens. Ela acha que o destino de todo relacionamento é a traição e o abandono. Ela é uma grande executiva. Ela quer ganhar muito dinheiro, e acredita que essa é a única maneira de ser respeitada por um homem. Ela quer viajar o mundo sozinha. Ela não pensa em filhos ¿ gravidez deforma o corpo ¿ o homem se desinteressa e arruma outra, criança dá trabalho e ela gosta de dormir a noite toda. Ela adora sexo e quer fazer sexo selvagem a vida inteira. Fiquei pensando nela, em quanto tempo somos amigas e no quanto estamos nos tornando a antítese uma da outra.
Quase noite e fui tomar um belo banho, com resquícios da amiga no pensamento, mas já de volta ao meu mundinho. Minha filha mais velha pediu para eu comprar uma planta carnívora, preciso encontrar o endereço da floricultura especializada. A mais nova quer que eu faça a receita de rosquinha de aveia. Estreou uma peça nova no teatro aqui pertinho, e acho que elas vão gostar. Esse sabonete novo é uma delícia, hoje nem vou usar o óleo de banho, esse cheiro é tão gostoso... Enquanto conto historinhas, elas vão pegar no sono. Espero um pouco na poltrona, até que durmam. Penso nele com saudade, e no que é que vou vestir para esperá-lo. Escolho a camisola branca de cambraia, com rendinhas. Sou uma mulher à moda antiga. Depois, já deitada em minha cama, penso em tudo o que faremos quando ele tirar minha camisola. E penso que, se eu pudesse, viveria só de amor.
posted by Cristiano Queiroz Maingue |
11:40
fala aí vélinho:
Quinta-feira, Janeiro 13, 2005
Eu sou uma pessoa de sorte?
Lígia Guerra
Essa é uma frase no mínimo intrigante, afinal, sorte existe? Talvez essa fosse a pergunta que deveria ser feita pelas pessoas que se dizem subtraídas de sorte. Quem, ao longo de sua vida, nunca pensou que teve um dia ou momento de sorte ou de azar? O fato é: Isso é real? Bem, para avaliarmos essa questão vale citar a fábula de Ivan Kriloff: ¿Era uma vez um homem original que queria pegar a sua própria sombra. Ele dá um passo ou dois em sua direção, mas ela se afasta. Ele acelera o passo, ela faz o mesmo.
No final, ele começa a correr e a sombra corre também, recusando-se totalmente a se entregar, como se fosse um tesouro. Mas veja! Nosso excêntrico amigo de repente se vira e se afasta da sombra. E olha para trás, agora é ela que corre atrás dele. Senhores, sinceramente, com freqüência tenho observado (...) que a Sorte nos trata de forma semelhante. Um homem tenta com todas as suas forças agarrá-la, só desperdiça tempo e trabalho. Outro parece estar fugindo dela; mas, não: é ela que tem prazer em perseguí-lo.¿
Sorte, etimologicamente, significa: destino, bom resultado. Se olharmos mais atentamente para as palavras perceberemos que a palavra destino deriva de destinar, que é o ato de determinar com antecipação, fixar previamente. A partir disso fica a questão: será que somo destinados para as situações pelo ¿destino¿ ou, escrevemos diariamente, previamente, no presente, o nosso próprio futuro que mais tarde é compreendido como destino?
É lógico que não pretendo brincar de Deus e, com uma simples regra explicar tudo o que acontece no universo, como catástrofes, condições sociais e culturais que envolvem de forma diferente a vida de cada pessoa, no mínimo eu estaria sendo reducionista. Atrevo-me apenas a não ficar valorizando o fator sorte, dentro da vida e das condições que cada pessoa tem para desenvolver os seus potenciais pessoais, emocionais, sociais e profissionais. Muito mais preciosa do que a sorte, acredito que seja a postura que os seres humanos assumem diante dos fatos.
Portanto, sempre que você fizer essa reflexão sobre um acontecimento: tive sorte? Sugiro que você acrescente uma outra reflexão: estou vendo todas as possibilidades que essa situação me traz e escolhendo a melhor forma de vivê-la? O que em um determinado momento de nossas vidas aparenta ser sorte ou azar, algum tempo depois pode demonstrar ser bem diferente.
Esse texto foi escrito especialmente para aqueles que insistem em focar no que é negativo, em reclamar ao invés de olhar mais atentamente para outras possibilidades. Existe um pensamento cuja autoria desconheço que diz: ¿Em vez de esperar que alguém lhe traga flores por que não plantar o próprio jardim?¿ Portanto, mãos à obra, eu não lhe desejo boa sorte, mas sim, uma boa atitude. Até a próxima semana.
posted by Cristiano Queiroz Maingue |
09:11
fala aí vélinho:
Sexta-feira, Dezembro 17, 2004
Não quero o que a cabeça pensa,
quero o que a alma deseja.
Belchior
posted by Cristiano Queiroz Maingue |
22:13
fala aí vélinho:
Sexta-feira, Dezembro 10, 2004
Senhoras e senhores, após um breve intervalo de 30 dias, retorno as atualizações e andanças por este mundo maravilhoso, que mostra um pouco de cada pessoa e possibilita encontrar mais, para refletir e sorrirrrr!!!! Estou com saudades, inicio uma nova fase... deixo aqui meu recado e me aguardem, estarei circulando desenfreadamente nos seus blogsss....... um grande abraço!!!
cristiano maingue
"antigamente, quando segurava em sua mão, suava... hoje não!!! cresci, aprendi, deixei de sentir!!! vivo, mas não sei mais oque quero. na verdade eu sei sim... eu quero oque os outros escolheram para mim, pq assim não preciso me preocupar, afinal de contas nos decobrir de verdade da muito trabalho!!! agora tenho que ir, começou a novela...."
posted by Cristiano Queiroz Maingue |
19:46
fala aí vélinho:
Quinta-feira, Novembro 11, 2004
Isso é Rock and Roll!!!!!
Lemmy Kilmister, do MOTÖRHEAD, em recente entrevista a uma rede de TV da Grécia, comentou ao ser perguntado sobre as eleições nos Estados Unidos:
"Nós não nos importamos com a política. Políticos são todos iguais. Todos os políticos, sem exceção, são filhos da puta no final das contas. Não importa em quem você vota, você invariavelmente terá um governo de merda. Eles só se preocupam com eles mesmos e seus bolsos. Todos os filhos da puta mentem."
A entrevista foi ao ar no dia 3 de novembro.
posted by Cristiano Queiroz Maingue |
11:23
fala aí vélinho:
Quarta-feira, Novembro 03, 2004
Engenharia social será arma hacker da próxima década, diz Gartner
da Folha Online
Dos usuários domésticos às grandes empresas, a situação é a mesma: nos próximos dez anos, a "engenharia social" será a principal arma utilizada para burlar a segurança dos sistemas de tecnologia da informação.
O Gartner, instituto responsável pela previsão, define "engenharia social" como a manipulação de pessoas (e não de máquinas) para descobrir brechas em sistemas de segurança.
Isso inclui a possibilidade de criminosos tentarem convencer usuários a clicar em links ou abrir arquivos anexados, mesmo contra sua vontade.
Rich Mogull, diretor de pesquisa de informação e segurança do Gartner, afirma que esse problema é ainda maior que as brechas de segurança em software e hardware. "Por natureza as pessoas são imprevisíveis e suscetíveis a manipulação e persuasão", explica.
Uma das maiores preocupações no combate a crimes virtuais é o roubo de identidade, utilizado por piratas para obter lucros ou conseguir informações sobre uma empresa.
posted by Cristiano Queiroz Maingue |
14:24
fala aí vélinho:
Quinta-feira, Outubro 28, 2004
A Porsche apresentou o 550 Spyder no salão do automóvel de Paris, em outubro de 1953. Foi o primeiro carro da marca desenhado prioritariamente para corridas. Nos anos seguintes, o Spyder conseguiu diversas vitórias e resultados importantes em corridas como a 24 Horas de Le Mans, a Targa Florio e a Carrera Panamericana. Esses sucessos contribuíram muito para a imagem esportiva da Porsche. O 550 pesava exatamente 550 kg, mas foi mera coincidência. O nome traduzia o fato de ser aquele o 550º projeto Porsche. Seu motor de 1.498 cm³ tinha quatro comandos e desenvolvia 110 cv, dando origem a unidades que seriam fundamentais para o sucesso da Porsche nas corridas da década de 1960.
sonho!!!!
posted by Cristiano Queiroz Maingue |
17:27
fala aí vélinho:
Sexta-feira, Outubro 22, 2004

posted by Cristiano Queiroz Maingue |
16:53
fala aí vélinho:
Quinta-feira, Outubro 21, 2004
Procurar "ovo de Páscoa" em DVD vira mania nos EUA
Discos trazem escondidas na memória atrações-surpresa, como cenas inéditas e brincadeiras, e sites da Internet dão dicas para encontrá-las Nova York
- O conceito já é comum para nerds de computação e fãs de videogames, mas procurar "ovos de Páscoa" começa a virar mania também entre cinéfilos em seus DVDs. Além de som e imagem de qualidade superior e uma série de extras, muitos DVDs passaram a ter atrações escondidas na memória dos discos. Vários websites mostram o caminho das pedras para quem quer ir atrás das tais surpresas.
Muitos "ovos de Páscoa" são fáceis de ser encontrados, desde que você tenha paciência para fuçar em todos os "menus" do DVD. Outros são mais complexos e exigem bastante conhecimento do controle remoto de seu DVD, porque as diferenças entre aparelhos são grandes. Na Internet, experts em geral revelam suas descobertas e dividem a experiência de aproveitar ao máximo o que o DVD tem para oferecer.
Os "ovos de Páscoa", obviamente, não estão listados nas embalagens dos DVDs. As pequenas atrações são colocadas ali por programadores e designers, os
"coelhinhos" que querem recompensar uma legião de novos cinéfilos. As surpresas são cenas deletadas, gravações que deram errado, trailers, entrevistas descontraídas com o elenco. Nem todos os DVDs têm "ovos de Páscoa", mas o extra é cada vez mais comum. Uma dos web sites dedicados ao assunto é DVD Easter Eggs
(http://www.dvdeastereggs.com/main.php), que tem mais de 600 "ovos de Páscoa" registrados. A página faz até o seu ranking dos 25 melhores "Easter eggs" no mercado. Os três primeiros lugares da votação do público vão para Jay e Silent Bob Contra-Atacam, Dogma: Edição Especial e Barrados no Shopping, todos do diretor Kevin Smith.
Os extras são trailers e cenas deletadas, por exemplo. Para dar uma idéia de onde as surpresas estão escondidas, confira as instruções de uma delas em Jay e Silent Bob Contra-Atacam: coloque o disco 2 no DVD; aperte "stop" quando o menu aparecer para que a tela fique em branco com o símbolo "DVD"; aperte "10+" no controle remoto e depois "64". Isto dá acesso a um trailer, que não pode ser encontrado de nenhuma outra maneira.
Haja tempo, paciência e sorte para chegar até lá sem uma dica. Outros filmes que estão no "top 25" são X-Men, O Exterminador do Futuro 2, Quase Famosos _ Versão Pirata, Alien _ O Oitavo Passageiro, Velozes e Furiosos, Clube da Luta, As Panteras, Endiabrado, Zoolander, The Simpsons Season One Collector´s Edition, Austin Powers: O Agente Bond Cama, Episódio 1: A Ameaça Fantasma, Náugrafo e Moulin Rouge _ Amor em Vermelho.
Este último tem pelo menos 15 "ovos de Páscoa": uma cena em que o diretor Baz Luhrman dá instruções sobre "o tango", partes deletadas de Jim Broadbent no número de The Can Can, testes de maquiagem e figurinos, ensaios de seqüências, o diretor em uma interpretação engraçada de Like a Virgin e erros na cena de Your Song, com Ewan McGregor.
Náufrago, por sua vez, tem um discurso de 17 minutos feito pelo diretor Robert Zemeckis sobre o conteúdo da única caixa do FedEx que não foi aberta pelo personagem de Tom Hanks: um telefone de satélite, com baterias, que poderia tê-lo tirado daquela ilha deserta muito mais cedo.
A declaração, em clima de piada, foi feita durante uma palestra em uma universidade.Gladiador, por exemplo, tem dois extras ótimos: um trailer de Fuga das Galinhas inspirado no filme de Ridley Scott e uma surpresa sobre a cena do "rinoceronte". O Sexto Sentido tem um filme feito pelo diretor M. Night
Shymalan aos 11 anos de idade. E por aí vai.
Material enviado pelo nosso amigo, Gledson.
posted by Cristiano Queiroz Maingue |
17:14
fala aí vélinho:
<
|
 |
|
 |
 |